12 de março de 2014

Padrões Neurológicos Básicos (PNB)


(só que não)

Hoje tivemos uma aula que expunha os PNB. Quando estava lendo o conteúdo tive bastante dificuldade pra entender, mas com a aula de hoje ficou bem mais fácil pois fizemos pelo menos uma atividade para cada um dos padrões. Será bem mais fácil de lembrá-los também!

Aqui tentei fazer uma compilação dos PNB e seus símbolos. Como pode ver novamente, minhas habilidades com o "paint" não são das melhores.


A parte que eu mais achei interessante no texto, que não tive oportunidade de falar em sala é a seguinte, se referindo Contralateral: "Esse estágio desenvolve o cérebro frontal e a autoconsciência, promovendo o comprometimento na ação." (Fernandes, página 61) Esse trecho nos demonstra como podemos, mesmo tendo desenvolvido todos os movimentos e tipos de organização, nos encontrar "travados" para executar certo movimento. Assim que começamos a ter o movimento contralateral, começamos a ter autoconsciência e a nos restingir. 

É bom relembrar que muitas vezes foram fatores externos que nos levaram a ser incapazes de executar uma certo movimento (e.g. movimento cabeça-cauda em uma cultura extremamente conservadora), mas que todos nos temos a capacidade física de executar o movimento - na maior parte das vezes. Vai de nós encontrar a travinha que temos em nosso cérebro e desbloqueá-la. ;)

26 de fevereiro de 2014

Aulas de Linguagem Corporal para Cegos

Uma das descobertas mais marcantes que fiz até hoje no curso de Teatro na PUC, foi que minha personalidade é bem diferente quando não uso lentes corretivas.

Na aula de hoje, de Linguagem Corporal, tive que fazer um exercício sem óculos, a pedidos do professor. Por sorte, foi uma atividade curta e logo pude colocá-lo de volta, mas o pequeno período de tempo que fiquei sem ele percebi que ficava muito mais insegura.

O sentimento de andar pela sala sem conseguir distinguir o rosto das pessoas, ou até se elas estavam olhando pra mim ou não foi um pouco constrangedor. Percebi que não olhava no rosto de outros por medo de não saber se eles estavam retribuindo ou não o olhar.

Não consegui prestar tanta atenção ao meu corpo - como um todo - como era o objetivo da atividade, mas consegui prestar bastante atenção à minha reação a esta situação inusitada.

Queria compartilhar um pouco de minha experiencia com aqueles (sortudos) que não precisam de óculos.


19 de fevereiro de 2014

Conciência Corporal




Na aula de hoje trabalhamos a conscientização corporal. Fizemos uma atividade palpatória de duas etapas: (1) sentimos nosso próprio corpo e (2) sentimos o corpo de um colega - não levem a mal. 

Decidi inserir uma imagem simples do corpo humano em meu diário hoje pois contrapõe muito bem o que tenho a dizer: o corpo humano não é, de nenhuma forma, simples. Ele é um organismo extremamente complexo feito de muito mais do que aprendemos no primário - e que está ilustrado ao lado. 

Fazendo a atividade palpatória hoje pude perceber que "há muito mais coisas entre a cabeça e os pés do que supõe nossa vã biologia." Estou brincando - mas com um pouquinho de verdade. Percebi hoje que há tantos ossinhos, músculos, saliências, depressões no nosso corpo do que eu tinha consciência antes. 

Foi muito bom poder comparar depois com um colega. Tive a sensação de que "não sou a única pessoa no mundo que tem aquele ossinho naquele lugar." Se tivesse feito apenas a primeira parte da ativiadde me sentiria assim.




12 de fevereiro de 2014

Minhas habilidades artísticas...

Queria dedicar esta postagem no diário às minhas ótimas habilidades artísticas. Na primeira aula de Linguagem Corporal discutimos o que cada uma acha da matéria e desenhamos nosso corpo. O meu desenho ficou BEM mais ou menos. Cheguei em casa e resolvi tentar novamente. 

O resultado foi este...


Decidi dar um pouco mais de humor pra ele com meu cabelo todo bagunçado, que deve ser mais verossímil, na verdade, depois de um dia inteiro. Mais ele continua sendo um desenho mais ou menos... bem desproporcional e nem um pouco realista (pelo menos não foi palitinho).

Será que com mais algumas aulas de linguagem corporal eu chego a isso?

Bem... a esperança é a última que morre.