20 de abril de 2016

Dança Contemporânea - Avaliação

Fizemos uma composição de cena abstrata, inspirada em movimentos em espiral. Iniciamos como tema o início do universo, o big bang e depois a criação do homem e seus sentimentos. Utilizamos como inspiração e referência a coreografia de "Slip" por Phillip Chbeeb e Renee Kester.


Os meus movimentos na composição foram os seguintes:
  • Inicio sentada de pernas cruzadas e fazemos um rolamento pelo perímetro do braço, mantendo o resto do corpo em tônus, duas vezes.
  • Ficamos de cócoras e fazemos um movimento de irradiação central com um salto, utilizando também a coluna arcada para trás.
  • Pulamos para formar uma linha, em posição neutra. No tempo da música ergo os braços em movimento homologo superior, até ficarem em V (braço direito, direita alta + braço esquerdo, esquerda alta).
  • Começamos um movimento de enrolamento dos braços com início distal. Passamos para o centro do corpo e voltamos para a periferia oposta. Esse movimento inicia uma espiral pela coluna. O movimento encerra quando o corpo gira 180 graus. Repetimos novamente até retornar à posição inicial.
  • Abaixamos os braços lentamente e pulamos para formar uma cruz. Novamente voltamos de cócoras e repetimos o movimento de explosão - salto com irradiação central.
  • Faço um movimento inspirado na pirueta lápis, com preparação na quarta posição de jaza. Mantenho minha perna direita flexionada no joelho.
  • Corro em direção ao André e pulo nele, deixando meu braço direito na 5a posição do ballet clássico e pernas esticadas, em cinesfera grande. Até ele me abaixar em uma ponte.
  • Escorrego os calcanhares pelo chão até ficar com as costas apoiadas e abaixo os braços para a lateral do corpo pela periferia. Subo em posição de mesa e faço uma espiral a partir do pé, até ficar em prancha. Puxar o pés até as mãos e desenrolar a coluna.
  • Com o André, faço um movimento tipo arabesque com a perna direita para trás enquanto ele me gira pelos braços e me apoia em suas costas.
  • Trago as pernas para cima, fazendo uma cambalhota por cima de suas costas.
  • Faço uma pirueta en dehors em sincronia com os demais.
  • Pego a mão de André, quando me oferece, de forma deslizada e deixo que ele me puxe de forma socada. Deslizo o braço direito para acariciar sua cabeça e nuca e me apoio em seus ombros para me deixar tensionada para ser erguida.
  • Faço um rolamento por cima do corpo do André, com espiral iniciada pelo pé.
  • Quando ele levantar, me encolho ao seu redor de forma tri-dimencional e dou uma volta nele pelo plano da porta.
  • Quando ele dá uma cabalhota para trás, estico meu braço esquedo em sua direção e então faco um movimento swingado com o braço direito para me dar impulso para levantar em sua direção. Levanto e caminho em sua direção.
  • Corro em direção à Danielly, formando uma diagonal no palco, e fazemos um salto com giro no centro.
  • Ezequiel me vira e levanto ele com a mão em minha direção com um movimento deslizado e o empurro no peito, de forma socada.
  • Começo movimentos solos inspirados no exercício da gota, quando a gota tem contade própria e conduz o movimento, e na escrita universal. Quando encosto nos demais colegas iniciamos um contato improvisação, mas com movimento pulsados e espanados.
  • Por fim, terminamos sentados em cruz e deslizamos no chão para frente. Cruzo a perna direita por cima da esquerda com os dedos do pé esticados, viro, e começo a engatinhar até o André.
  • Terminamos todos em nível baixo, com as cabeças juntas.

13 de abril de 2016

Nosso aquecimento

Semana passada realizamos nosso aquecimento com a nossa turma na aula de dança. Foi interessante realizar a atividade em grupo porque nunca tinha feito isso antes. Quer dizer - já tinha puxado aquecimentos antes: no escoteiro, em ensaios, dando aula... Mas nunca fiz em grupo, então auns dos erros que cometemos (de falar um atravessado com outro) é mais difícil de prever. Parece que há uma "afobação" geral do grupo por algum motivo.

Na próxima vez, quando for fazer um aquecimento que não seja sozinha, passarei o "roteiro" com o grupo pra que haja mais segurança e confiança entre os membros.

Gosto muito do aquecimento das 12 articulações, então já pedi logo no início para "comandar" este. Ele é rápido, sucinto, fácil de lembrar (embora eu tenha esquecido de trabalhar os movimentos circulares na articulação do tornozelo em sala). :)

6 de abril de 2016

Uma Noite na Broadway

Fizemos uma pequena amostra pelo Broadway no Centro Paranaense Feminino de Cultura na última sexta-feira chamada Uma Noite na Broadway. Encenamos pequenas cenas - ou grupos de cenas - de diversos musicais, como Grease, A Chorus Line, Rocky Horror, South Pacific, West Side Story, etc. 

Foi muito divertido - embora tenha sido muito corrido (quando que não é?!). Fiz um solo em "Nothing" de A Chorus Line e cantei também em "What I did for Love", do mesmo musical; "I'm going home", Rocky Horror; "I feel pretty", West Side Story; e "Those magic changes", Grease. Infelizmente não temos fotos do Chorus Line, mas o resto está abaixo:





Como eu fazia bastante coro em diversas cenas no showcase, foi legal poder focar na minha presença cênica no segundo plano. Novamente, cuidei especialmente da minha postura durante as músicas e acho que isso surtiu um efeito legal na plateia. Uma professora de dança, nova na escola veio me elogiar depois e me disse que eu fico "bonita" em cena e que "cresço" no palco. Tomei o elogio como uma bússola apontando a direção certa, mas sei que ainda tenho muito o que crescer e desenvolver até chegar lá. =D


30 de março de 2016

Festival de Teatro - Grãos


Entre as peças que assisti esse ano no Festival de Teatro, creio que a que mais me marcou como artista foi "Grãos da Imagem: Vaga Carne", que veio de Belo Horizonte e foi montada no Paiol. A sinopse dela era a seguinte: 


Uma voz errante, capaz de invadir qualquer matéria sólida, líquida ou gasosa, resolve invadir um corpo de mulher e, a partir dessa experiência, traça uma jornada de auto reconhecimento narrando o que sente, o que finge sentir, o que é insondável em si, o que sua imagem é para o outro que vê, o que significa seu corpo enquanto construção social.
Além da peça discutir a voz e o corpo, o uso destes em cena foi bem criativo e bem dinâmico. Embora a peça fosse um monólogo e pouquíssimos recursos foram utilizados - uma percussão em um momento, elementos e cenografia mínimos, iluminação concisa e figurino básico - a atriz conseguia prender a plateia durante o espetáculo inteiro apenas utilizando seu corpo e voz. 

Isso demonstra como realmente não sei precisa de muita coisa - inventar muita moda pra chegar em um resultado interessante e cativante. Isso vale também pras provas da universidade. :) 

9 de março de 2016

Minhas férias (parte 2)


Queria comentar sobre mais algumas coisas das minhas férias...
#1 - Voltei a ser vegetariana! Ok, ok... ótimo. Parabéns... mas porque escrever isso no blog? Bem, deixe eu explicar um pouco melhor: já fui vegetariana há muitos anos, mas não senti muita diferença no meu corpo. Ano passado, parei de comer carne em outubro-novembro (não lembro bem ao certo) e notei muuuuuuita diferença no meu corpo. Não sei se é porque nos últimos anos desenvolvi uma propriocepção que não tinha antes ou se eu estou mais suscetível a essas mudanças mesmo. Enfim! Estou feliz que me sinto mais disposta e ainda consegui perder um pouco de peso. :) 

#2 - Eventos da PUC. Pois é. As vezes tenho a sensação de que moro dentro dessa universidade. Passamos o último mês vindo pro ensaio do coral e para as apresentações de formatura e recepção aos calouros desse ano. É sempre bem corrido, mas também é legal participar destes eventos grandes da universidade. De novo - o que isso tem a ver com corpo? Bem... Diferente das aulas de canto na PUC ou no Broadway, os alunos/contratados do coral não são atores... então eles não prestam atenção nenhuma (ou pouca, pelo menos, pra não dizer nenhuma) ao corpo em cena. Embora não estejamos atuando é importante que interpretemos a música que cantamos, e as vezes sinto que o coro falta isso... :(

#3 - Mudei de emprego! Olha sóóóó! Estou agora como coordenadora assistente de uma inFlux, escola de inglês. Estou gostando bastante de trabalhar lá, mas como agora trabalho 8 horas por dia, sei que a minha carga horária vai ficar bem mais pesada. Enfim - o que queria comentar sobre isso é a importância da postura. Besteira - eu sei - postura é sempre importante em qualquer lugar. MAS, especialmente onde estou, que tenho que coordenar bastante gente, a maioria mais velha, tenho que manter uma postural (corporal e mental) profissional. Tento me cuidar ao máximo pra lembrar da rotação dos meus ombros e quadril para demonstrar mais segurança e tudo mais. Aqui está uma foto da galera com quem trabalho agora:




2 de março de 2016

Minhas férias (parte 1)

As minhas férias foram divididas em dois momentos. Dezembro foi completamente voltado à montagem do espetáculo do Projeto Broadway chamado "A Kate me Quis". Fizemos um texto original baseado em musicais dos anos 30-40, como Kiss me Kate e Anything Goes...

Fiz a personagem da Bianca (inspirado no Kiss me Kate) que é uma atriz que audiciona para entrar em uma montagem da peça "Anything Goes" feita por uma companhia. Ela ganha o papel da Hope. Durante a trama ela seduz o produtor e mais alguns outros rapazes do elenco.

Acho que foi o músical com mais coreografias que fiz até agora - e com as coreos mais difíceis também (não que fossem super complexas nem coisa parecida), mas me parece que os outros elencos/diretores subestimam o potencial de dança dos grupos... =)

Aqui estão algumas fotos da peça:









17 de novembro de 2015

Homem da Poltona - Revival

   Como não pude vir à aula dia 10, por cause das eleições do Centro Acadêmico - tive que ir à PUC fazer contagem de votos. Então vou colocar fotos do nosso revival do homem da poltrona: