10 de novembro de 2014

As direções e linguagem de semáfora

Uma coisa a qual me remeteu a aula de hoje, a utilização das diferentes direções, é a linguagem de semáfora. 


"A semáfora é um sistema óptico de sinalização baseado nas diversas posições que duas bandeirolas coloridas podem assumir quando empunhadas pelo transmissor. Na terminologia semafórica, cada caractere (que pode ser uma letra, um numeral ou um sinal de serviço) é representado por uma posição diferente das bandeirolas, formando, assim, um alfabeto próprio." Fonte: http://acampamento.wikidot.com/semafora

Aprendi a usar a semáfora quando estava no escoteiro. E os movimentos que estávamos explorando em sala de aula me lembraram isso imediatamente. A letra A, por exemplo, se faz com o braço direito para a direita-baixa e o esquerdo para baixo. A letra B se faz com o braço direito para a direita e o esquerdo para baixo.

Uma coisa interessante da semáfora é que se vê o oposto do que está sendo feito. Tem que se saber ler de frente, mas tem que se pensar o contrario para fazer corretamente, como ler e escrever braile. =)

3 de novembro de 2014

Teatro no Ensino Médio

No dia 03/11 tive que faltar a aula, pois precisava terminar os preparos para o meu projeto de pesquisa, que foi realizado no dia seguinte em um colégio público no centro. 

Dei uma aula de história usando elementos teatrais. Achava que os alunos seriam mais desenvoltos do que foram. Precebe-se o quão importante é todo o processo que temos com o corpo - nas aulas de movimento, de linguagem corporal, e improviso - para o desenvolvimento e criação de novos padrões de movimento. Senão, mesmo que dado a oportunidade de inovar ou de sair do cotidiano, sempre faremos os mesmos movimentos, as mesmas ações. =(

27 de outubro de 2014

Passando entre dois colegas (2a edição)

 Faz muito tempo que não fazemos esta atividade. E - é verdade - enferrujamos muito desde então. Não me lembro quantas vezes fizemos a atividade no primeiro semestre, mas lembro que eramos ao menos decentes. Agora, depois de alguns meses, retornamos a fazer a atividade e tombamos um com o outro, perdemos agilidade, enfim... Foi uma nhaca.

Queria saber quanto tempo demoraria pra voltarmos para o rítimo anterior. Será que seria mais rápido do que levou no semestre passado? Será que levaria o mesmo tanto? Não sei que tipo de memória acessamos pra armazenar este tipo de habilidade. É coordenação motora? Noção espacial? Interacção interpessoal?

Clique na imagem abaixo para ver uma postagem que achei em outro blog que oferece 3 dicas de melhorar a memória motora (infelizmente, ele é em inglês, mas pra isso existe google tradutor): 



20 de outubro de 2014

Santa Gota

Com toda a sinceridade do mundo: estou cansada da gota. Eu entendo que é importante fazermos o exercício para estimular o nosso corpo e retomar a forma fluida antes de interagir com o espaço a nossa volta e com os outros.

É dificil fazer os exercícios todos os dias da aula e levá-los a sério de vez em quando. Parece que o meu cérebro desliga um pouco as vezes, quando estou fazendo.

Acho que a pressão de final de ano está me deixando impaciente... espero que semestre que vem consiga voltar as aulas mais recuperada e paciente. ='(

13 de outubro de 2014

Recesso e History Boys

Como não temos aula hoje, devido ao recesso do dia dos professores, decidi falar sobre uma cena de um filme que estou assistindo com meus alunos de inglês.

O filme, na verdade, era originalmente uma peça de teatro, que foi transformada em filme. Encontrei no YouTube, a mesma cena na peça (link aqui). Infelizmente, não consigo colocar o vídeo no blog por causa das permissões do publicador.

A cena do filme é esta:



Pode-se ver que na cena da peça cruz axial não muda. A frente é sempre a frente da plateia - os atores precisam tomar mais cuidado para que o espectador sempre veja as ações. No entanto, na transposição, a cruz axial muda, pois a camera pode-se posicionar em diversos lugares, para o espectador poder ver as ações de diversos angulos - e não apenas um só. 

Nesse ambito, o diretor do filme é muito mais livre para criar a marcação da cena. Entretanto, cria-se também muitas outras variantes no cinema, o que deve torná-lo muito mais dificil de dirigir. =)

6 de outubro de 2014

Nossa geometria sagrada


Uma das coisas que mais me chamou atenção nos vídeos que o professor pediu para que assistíssemos para a aula foi a menção de geometria sagrada. Achei muito estimulante o fato de que não existe muito estudo em relação a geometria sagrada quando se fala de movimento - na dança e no teatro - como existe na pintura, na música, na escultura...




Acho que seria uma proposta muito boa: trabalhar e desenvolver algum estudo da geometria sagrada corporal. Até pensei em desenvolver algo nessa linha para a nossa prova no final do bimestre, mas acho  que estaria sendo muito ambiciosa, e não conseguiria demonstrar tudo o que aprendemos em apenas 6 minutos.

Mas acho que seria um trabalho a se desenvolver no futuro!





29 de setembro de 2014

A Lanterna Mais Mórbida do Mundo

Achei interessante a diferença que sinto enquanto eu faço o exercício da lantena e quando eu assisto aos outros fazendo o exercício:

- Quando eu fazia os exercícios anteriormente eu me imaginava em um vazio, um nada. Os meus fachos de luz continuavam meio à infinitude e não sentia um sentimento predominante. Me sentia neutra, nem feliz, nem triste, nem dolorida...

- Quando eu vi outros, eu imediatamente visualizei/criei um sentimento no conjunto. Eu imaginei uma cena do submundo, com almas sofrendo e agonizando e se mexendo. Não sei se foi a música, ou se foram só os movimentos... Mas foi isso que vi. :/ Colocarei o vídeo abaixo dos meus colegas para eu poder ver na posterioridade e ver se tenho o mesmo sentimento ao assistí-lo. :)